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Ter, 19 de Janeiro de 2010 12:29 |
Cardiologista A obesidade mórbida é fator predisponente à várias patologias cárdio-respiratórias e vasculares, assim como muitas doenças do coração e vasculares são acompanhadas pela obesidade, tais como a Hipertensão arterial, Hipertrofia do Ventrículo Esquerdo, Arritmias cardíacas, Coronáriopatias e outras. Necessário se faz detectá-las, controlá-las, verificarmos o risco cirúrgico para tomarmos medidas preventivas durante o ato operatório e acompanhamento no pós-operatório.
Anestesista Uma das maiores preocupações dos pacientes que desejam submeter-se à cirurgia da obesidade mórbida é a anestesia. O anestesista avaliará o paciente, verá seus exames e a avaliação clínica realizada, para detectar as características individuais de cada paciente com a finalidade de prevenir e corrigir qualquer problema que possa surgir durante o ato operatório, e explicar o ato anestésico desmistificando medos e inseguranças.
Psicólogo O papel do psicólogo é ajudar o paciente a lidar com conflitos e ansiedades que em muitos casos podem ter sido a razão de sua obesidade. O psicólogo estimulará o paciente a falar sobre si mesmo, conhecer-se e "re-conhecer-se", tentar compreender suas motivações, trazer à tona os desejos inconscientes e trabalhar com eles. Dar ao paciente a possibilidade de decidir o que ele quer, tomando para si as rédeas do processo de forma consciente e responsável.
Nutricionista Fará uma avaliação do comportamento alimentar, freqüência, tipo e necessidade de que grupos de alimentos para orientar tanto ao paciente como ao grupo multidisciplinar a técnica mais adequada a ser indicada ao paciente. Orientará os passos que deve serem seguidos no pós operatório quanto à quantidade, consistência, qualidade e freqüência com que deve se alimentar. Explicará que a alimentação do paciente que se submeter a gastroplastia ou outra técnica restritiva, deve conter poucas calorias, ser variada e equilibrada, respeitando as limitações que a técnica impõe ao organismo. Já nas técnicas disabsortivas, deverá receber orientações quanto às necessidades protéicas e de sais minerais.
Fisioterapeuta Fará orientações para atividades e exercícios respiratórios no pré-operatório preparando-os para o bom retorno da anestesia, e boa evolução no pós-operatório imediato. Orientará quanto à atividade física que deverá e as que pode fazer no pós-operatório.
Dr.Daniel Chalela Jr.
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Última atualização em Sáb, 30 de Janeiro de 2010 12:37 |
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Ter, 19 de Janeiro de 2010 12:12 |
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O cirurgião avaliará a indicação cirúrgica e solicitará os exames pre-operatórios:
Exames de sangue de rotina; Endoscopia digestiva alta; Ultrassom do abdomem superior; Raio-X do tórax; Espirometria; Avaliação cardiológica e risco cirúrgico; Avaliação com o anestesista; Avaliação psicológica; Avaliação nutricional; Avaliação com fisioterapeuta.
Assim que os exames são realizados, uma nova consulta com o cirurgião é marcada para a análise dos resultados que, sendo favoráveis, uma data é determinada para a cirurgia.
Dr. Daniel Chalela Jr. |
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Última atualização em Sáb, 30 de Janeiro de 2010 12:37 |
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Ter, 19 de Janeiro de 2010 11:12 |
Não. Não podem ser operado pacientes com: distúrbios psicóticos graves (depressão endógena); dependência de drogas e alcoólatras; alto risco anestésico; doenças associadas de alto risco (cardiomiopatia grave).
Dr. Daniel Chalela Jr. |
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Ter, 19 de Janeiro de 2010 11:11 |
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IMC 40 e ou IMC 35 quando existe doença associada capaz de ser melhorada com a perda de peso (hipertensão arterial, diabetes, artrose, apneia do sono); Obesidade estável com dificuldade em emagrecer;
Fracasso dos regimes alimentares e ou medicamentosos; Compreensão e cooperação satisfatórios do paciente; Riscos operatórios aceitáveis.
Dr. Daniel Chalela Jr. |
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Última atualização em Sáb, 30 de Janeiro de 2010 12:37 |
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Ter, 19 de Janeiro de 2010 11:10 |
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Onde Entra a Cirurgia de Obesidade Mórbida?
É preciso saber que infelizmente não existe ainda uma cura para a obesidade. A imensa maioria dos pacientes obesos mórbidos não conseguem promover mudança definitiva nos seus hábitos alimentares e na prática de atividade física, onde tendem a recuperar o peso perdido, aumentando inclusive o peso inicial e se tornando ainda mais obesos, levando ao fenômeno "" efeito sanfona"" ou ""yo yo"".
Os pacientes com obesidade mórbida devem ser encarados como portadores de uma doença séria, que ameaça a vida, reduz a qualidade de vida, reduz a auto-estima e requerem abordagens eficientes para promover uma redução de peso de forma definitiva.
É por isso que, para os pacientes com obesidade mórbida, o tratamento cirúrgico é o único que promove uma acentuada e duradoura perda de peso, reduzindo as taxas de mortalidade, resolvendo ou diminuindo uma série de doenças associadas à obesidade, com melhora significativa da qualidade de vida, bem estar psicológico, oportunidades de trabalho, e melhor integração social.
Dr. Daniel Chalela Jr. |
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Última atualização em Sáb, 30 de Janeiro de 2010 12:38 |
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