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Ansiedade provoca comilança! PDF Imprimir E-mail
Seg, 01 de Setembro de 2008 14:42
Estresse, angústia, nervosismo! Em tempos modernos vivemos numa tremenda correria em busca da sobrevivência. É o mercado de trabalho cada vez mais competitivo, um cliente que nos deixa na mão, a falta de dinheiro..

Muitos são os motivos que causam no ser humano uma tremenda ansiedade que gera comilança e outras sérias complicações a saúde! Neste caso, buscar ajuda é o caminho mais indicado para evitar tais complicações.

De acordo com a psicóloga do Centro Médico Dr. Chalela de São José do Rio Preto – SP, Andreza Cristina Pirillo, com a psicoterapia a pessoa passa a se conhecer melhor, aprende novos padrões de comportamento e então pode mudar alguns hábitos, como o alimentar, por exemplo. "O indivíduo que fica ansioso tende a comer mais e pode ganhar peso. O mesmo processo ocorre com quem sofre de depressão e angústia. O indivíduo desconta o seu desconforto na comida e acaba engordando. Por esse motivo, buscar ajuda torna a pessoa capaz de controlar algumas emoções", alerta.

Se lidar com as emoções já é difícil, imagina diante das guloseimas, pois estas, principalmente o famoso chocolate, estimula o cérebro a produzir serotonina. "A serotonina é um neurotransmissor responsável pelas sensações de prazer e a carência do mesmo é uma forma de estimular o acompanhamento com um nutricionista, que, de forma gradativa passa a diminuir tais guloseimas do cardápio não bruscamente. Assim como é importante também, a prática de atividade física, já que a mesma faz com que o organismo libere endorfina fazendo com que o indivíduo diminua seu estresse garantindo bem estar físico e emocional", recomenda Andreza.

Portanto, ainda de acordo com a psicóloga, para o sucesso do controle da ansiedade diante das guloseimas, o tratamento mais adequado é a associação dessas duas áreas trabalhando em conjunto com a psicologia: A nutrição e a fisioterapia. "Os profissionais dessas áreas irão indicar e acompanhar uma alimentação saudável e uma atividade física ideal para cada indivíduo, fazendo com que este, não se sinta pressionado a realizar nada por obrigação, mas sim com certo comprometimento para seu próprio bem", diz.

Fonte para entrevista:

Andreza Cristina Pirillo – Psicóloga do Centro Médico Dr. Chalela de São José do Rio Preto – SP

www.centromedicodrchalela.com.br